quinta-feira, 10 de junho de 2010

Brasil, por que torcer?


Copa do mundo chegando...

todo mundo se movimentando... camisas, bandeiras, cornetas, adesivos, aprender o hino nacional com Vanuza...

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Volta e meia alguém pergunta:

Mas por que torcemos por 22 homens suados correndo atrás de uma bola como se fosse o rumo de nossas vidas?

não vamos ganhar dinheiro, ou eles nem sabem quem somos...

Ou então por que só somos patriotas na época da Copa? E pra votar, e pra política, e os problemas sociais, e a economia... a bandidagem,...

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Não sou patriota só em época de Copa

Amo meu país, foi aqui que nasci e vivi

Não tenho vontade de morar em outro lugar

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Pois bem, concordo que viver no Brasil não é fácil, ver a politicagem do dia-a-dia, insegurança, problemas na saude e transporte, ser do 3º mundo,... ser pobre no Brasil é tenso.

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Mas não deixei de ser brasileira

De certa forma, o Brasil pára na frente da TV pra ver a Copa, por que acho que nos projetamos naquela seleção

Imaginar que somos brasileiros e poder vencer alguém com mais status como europeus, ou arqui-inimigos como argentinos, talvez em nossas mentes, projetamos isto como uma vitória pessoal

E se vemos tanta coisa ruim que o nosso país tem (mas também há coisas muito boas), que criticamos e somos criticados, por que não exaltar o que há de bom em nós...

Talvez seja a única boa visão que temos aos olhos dos outros

Somos muito bons em futebol...

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E eu vou torcer muito...

Por mim, pelos brasileiros e pelo Brasil!



sexta-feira, 28 de maio de 2010

Universos paralelos


Pensando com meus botões, e algumas idéias "loucas" de físicos, e físicos quânticos, fiquei imaginando sobre Universo, existência, mousse de chocolate, teoria das cordas, ...

Por que o Universo é tão grande? Como assim não tem fim?

Pra quê ser tão grande se só tem esses pobres mortais não evoluídos totalmente num minúsculo planeta chamado Terra?

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Enfim, pensando nisso tudo, acho que acredito nas teorias de Universos Paralelos.

Para quem não sabe o que é :


Toda a matéria do universo está ligada por uma membrana oscilante (Teoria da Membrana).

Esta teoria é resultado da unificação das 5 versões da teoria das Cordas e mais a Supergravidade.

(...)

A 11ª dimensão mostrou que poderia existir infinitos universos paralelos ao nosso.

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Penso em como é minha vida em cada um destes universos...

Conheço as mesmas pessoas?

Convivo com as mesmas pessoas?

Tenho os mesmos desejos?

Os mesmo pensamentos?

Sou quem sou?

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Talvez em outras realidades paralelas, eu seja governante do mundo, em outra uma equivalente a chimpanzé, talvez tenha superpoderes, e em um mundo dominado por baratas, será que já me esmagaram?

Talvez em um dos mundos paralelos, seja como o de Tolken no Senhor dos Anéis, e eu seja uma elfa arqueira, de vampiros e lobisomens eu seja Bella, da Turma da Mônica eu seja Magali...

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Mas chega de sonhar...

Sei que é o meu post mais viajado (porém, científico), mas não custa sair um pouco da realidade, fugir deste universo real, e cogitar hipóteses...

Quem nunca quis ser diferente... fazer coisas diferentes...Saber que errou e fazer diferente... Ou achar que há um mundo mais fácil...

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bem, é isso...

talvez não faça sentido, mas eu gosto dos meus universos paralelos.

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As Laris de todos os universos se despedem e mandam um beijo pra vcs...

(exceto a Lari do mal, ela não beija ninguém , ela odeia todo mundo XD)




sexta-feira, 21 de maio de 2010

Brilho eterno de uma velha infância




Em mais uma conversa sobre vida, sobre passado e presente, hoje me fez pensar na infância que tive, fazendo um paralelo com a infância de hoje.



Onde brincar na rua até mais tarde era tudo que queríamos, e não ter o perigo de ser sequestrado.



Assistir o Xou da Xuxa , sem hoje todo mundo saber do filme pornô pedófilo dela.



Correr, brincar e pular, era no sentido literal da palavra, e não upar seu avatar no Legend of Zhelda, Second Life ou The Sims.



Ouvir e dançar músicas melodiosas sobre amizade do Carrossel, Chiquititas, e outras de alegria e pureza como do Balão Mágico, e não qualquer música de um garoto de 10 anos que canta " baby, baby,oh"



Os filmes da Disney também eram sobre amor e acreditar em si mesmo, e nos de hoje há piadas infames e maldosas em filmes infantis. Saudade do Rei Leão.



As músicas dançantes já foram sacanas (quem nunca "ralou, ralando o tchan"), mas ainda assim as crianças eram inocentes. Os funks de hoje, qualquer criança de 8 anos sabe o que significam "te dar pressão" ou "pôr a mão na calcinha".



Ter um gameboy era um sonho, hoje o celular do ano já não serve.



Pisar na grama, brincar de bolinho de barro..., hoje a grama mais próxima que as crianças chegam é a da Colheita Feliz.



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E por aí vai...



Mas do que adianta reclamar?



Uma coisa que percebi, é que não adianta em nada comparar a infância de hoje com a da minha geração, ficar aqui reclamando...



Não é mais a minha infância que vigora, comparamos infâncias,mas cada um só teve uma.



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Pra minha geração, ouvir a Xuxa e ter uma Barbie era tudo, mas a geração de hoje quer ouvir o Justin Bieber e ter jogos eletrônicos e bonecas andróides. A geração da minha vó gostava de cantigas de roda e bonecas de panos.



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A conclusão que tiro disso tudo, é que cada geração teve um tipo de infância.



Cada um foi criança a sua maneira.



E a infância de sua geração será sempre a melhor. Mas não percebemos que foi a única que tivemos...



A única em que fomos realmente felizes, o que dá uma certa inveja, queremos que as crianças façam o que fizemos na idade delas, por que é uma das épocas que mais se vive plenamente, sem preocupações, sem cobranças,... sem vida de adulto.



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Feliz daquele que teve uma bela infância...

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Caretices, me vê 3 Kg


Outro dia conversando com um amigo, sobre a vida, morte, devaneios, desventuras, e afins.

Cheguei a conclusão de que sou deslocada...

O mundo desfila em uma passarela, com seus luxos, conceitos e tendências, enquanto eu apenas o observo passando. Mas não sigo aquela moda.

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Não vejo graça no "ser legal " e "descolado" de hoje.

Não gosto de ver se a Luciana vai ter relações sexuais com o Miguel, ou se a Fulana vai trair o marido.

Quem vai ganhar o BBB, será um gay, ou quem faz mais cara de mal. Não ligo.

Não quero saber do disco novo do Luan Santana, nem do hit novo da Ivete, ou qual funk vai bombar. Prefiro Legião.

Não quero sair com amigos, pra ser popular, e encher a cara, discutir qual é melhor: Brahma, Skol ou a importada.

Muito menos dizer quantas bebi, como se isso fosse uma vantagem digna de glória. Eu preciso do meu fígado.

Não to nem aí pro que a Glória Kalil disse que é moda, ou o que "tá usando na novela", não vou colocar um 3º olho por causa da novela da Índia.

Não to nem ligando pro twitter do Justin Biber, ou para os esmaltes coloridos do Restart

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Mas peraí! Eu não tenho vida??

Por que não sou igual aos outros?? Sou deslocada? Vou morrer!

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Não. Eu tenho minha vida, com meu jeito de pensar.

Gosto de músicas com conteúdo, de livros/seriados/mangás e não de novelas, visto as roupas que gosto e que me dão conforto. Não vou beber pra ser "legal e descolada", se nem gosto de álcool, não vou ver o BBB só pra ter assunto, etc.

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Faço minhas próprias escolhas. E se isso me faz deslocada, diferente, careta...

Me vê 3Kg de caretices


quarta-feira, 28 de abril de 2010

Eu prefiro Ned Flanders


Um dos seriados que mais gosto é Os Simpsons. E quem não gosta? Ver as trapalhadas de Homer, Margie resmungando, Bart aprontando, Lisa dando lições, e Meg... bem, sendo a Meg.

Mas um dia desses estava pensando, ao ver várias pessoas dizendo "Homer é o cara". Isso me fez pensar sobre o assunto...

Seria bom ter em casa alguém como Homer. Tá ele é hilário, mas peca muito como marido, pai e homem.

Como homem é irresponsável, não se importa com o meio ambiente - vide todo dia ele jogar uma barra radioativa na rua - não exerce suas funções no trabalho, nem como cidadão.

Como filho, é ausente, abandona o pai no asilo e faz pouco caso de alguem que lutou para criá-lo.

Como marido, mente, engana, é folgado, só se interessa em comida.

Como pai, é ausente, violento, mau exemplo, não se preocupa muito com a saúde dos filhos.

Mas ainda assim é hilário!

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E do outro lado, tem o sem graça Ned Flanders. Mas um marido exemplar, bom pai, atencioso, bom cidadão, bom vizinho, responsável.

Epa! Então por que Ned não é cara? Por que não é engraçado.

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Talvez seja por isso, que hoje, muitos relacionamentos não dão certo. Muitos escolhem o companheiro de bebedeira, engraçado, que chama atenção, que é hilário.

E os bons homens e mulheres, só ficam como coadjuvantes para ser piada dos hilários.

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Mas é por essas e outras que se fosse para escolher, eu prefiro Ned Flanders ;)

sábado, 12 de setembro de 2009

Metal contra as nuvens




Alguém já ouviu a música Metal contra as nuvens do Legião Urbana?
bem a música é muito grande por isso vou usar apenas trechos.
Essa música além de grande, é de difícil interpretação, pra quem só ouve por ouvir. E claro, por ser difícil de interpretar, cada um interpreta da maneira como quer.
E como não poderia ser diferente... eu tenho a minha interpretação, ao qual se encaixa perfeitamente em situações da minha vida.



"Não sou escravo de ninguém
Ninguém, senhor do meu domínio
Sei o que devo defender
E, por valor eu tenho
E temo o que agora se desfaz."
(...)
Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.
(...)
Não me entrego sem lutar
Tenho, ainda, coração
Não aprendi a me render
Que caia o inimigo então.

- Tudo passa, tudo passará...

E nossa história não estará pelo avesso
Assim, sem final feliz.
Teremos coisas bonitas pra contar.



Li várias interpretações por este mundo sem lei, chamado: internet. Desde a promessa ser de Collor e a rebelião contra ele, a que Metal contra as nuvens são Cavaleiros Templários lutando contra a Igreja.



Então por que não ter a minha própria interpretação?



Pra mim, a música fala de alguém doce, mas ao mesmo tempo forte (metal contra as nuvens) que acreditou em alguém, que o apunhalou pelas costas. E é difícil acreditar, e a verdade assombra de saber que a pessoa em que confiou, não é bem quem pensava ser.



Mas Metal continuará a viver a sua vida, empunhará a sua espada, e continuará lutando...



E assim é a nossa vida. Pelo menos a minha.



Às vezes levo golpes de onde menos esperava... que doem, ferem, como o sopro do dragão.



Mas caindo aprendemos a levantar, e aprendemos como a vida e as pessoas podem ser duras...



Mas,... "Tudo passa, tudo passará..."



"E até lá, vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás
Apenas começamos.
O mundo começa agora
Apenas começamos..."



´



Obrigada aos que lêem...




terça-feira, 11 de agosto de 2009

Quem realmente somos...


Hoje conversei com um velho amigo, sobre inúmeras coisas, situações, sofrimentos, atitudes, peripécias, que passamos na vida. Claro, todos somos assim. Quem nunca parou com um amigo, em sessões de nostalgia, sobre como era a vida, como a adolescência foi aterrorizante, ou muito bem vivida, das ações infantis que teve em determinadas situações, que hoje se envergonha, das loucuras que fez, e pôr a culpa na bebida, nos hormônios, ou pela idade. Dos animais de estimação... eu tive muitos animais de estimação...

Enfim, jogar conversa fora com velhos amigos, é sempre bom.

Entre um assunto e outro, a gente acaba percebendo que não somos mais os mesmos... Que coisas que fizemos no passado, não faríamos mais, que palavras proferidas no passado, se quer saem das nossas bocas, que nem todas as músicas que ouvíamos, ouvimos mais... eu ouvia Slipknot, hoje, nem sei se a banda existe... Mas ainda ouço Legião!

E em toda essa sessão nostálgica, chegamos a conclusão de que não somos mais quem éramos...

Qual a razão disso? Por que isso aconteceu....

Chegamos a conclusão de que todo ser humano se adapta ao meio em que vive... certas atitudes que tomamos, se devem ao grupo de amigos e pessoas alheias que frequentamos...

Como que, de rockeira descolada passei a nerd sem graça?

As leis de convivência nos transformam... Claro que agora, na faculdade resolvi tomar jeito e ser alguém na vida, pra isso, não dava pra colar nas provas, matar aulas de Geografia (mesmo por que, nem tenho Geografia na faculdade), como fazia antes. Quero ser alguém!

Biologicamente falando, nos adaptamos ao meio. Aprendemos a viver como os descendentes de macacos à nossa volta...

Mas, apesar de tudo, apesar das mudanças, das adaptações, das leis de convivência e conveniência, uma coisa não vai mudar, nunca vai mudar: A ESSÊNCIA!

Mudei de opiniões, de comportamento, de gosto,... mas a parte principal, a base da personalidade, da pessoa que sou, nunca vai mudar, pois a minha essência será sempre a mesma...


Um beijo, pra quem lê

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